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Homem recusa salário de R$ 45 mil no Google; saiba por quê!

Edmar Bulla tinha uma carreira de sucesso. Porém, a naturalização da politicagem empresarial fez com que ele decidisse abrir seu próprio negócio.

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O que separa um empreendedor de um sonhador? Além de ter uma real capacidade de execução, os futuros donos de negócio devem superar o medo de todo funcionário: perder boas oportunidades de carreira em prol de uma visão ainda incerta de sucesso.

Para o executivo Edmar Bulla, a vontade de empreender falou mais alto. Ele recusou ofertas de emprego em empresas como Google e Microsoft, com salários bem atrativos, para investir no seu próprio empreendimento: uma consultoria de soluções ágeis, inovadoras e personalizadas para grandes empresas.

“Coloquei no negócio tudo que eu queria ter tido de uma consultoria, quando era cliente, e não me foi entregado”, resume Bulla.

Hoje, a Croma atende gigantes como Carrefour, Claro, CVC, Danone, Grupo GPA, Hershey’s, Kroton, MasterCard, McDonald’s, Mitsubishi, Mondelez, Natura, Netshoes, Nextel, Pepsico, Petrobras, TIM e Via Varejo. Para 2018, o negócio pretende chegar a novos setores – e novos países.

Decisão por empreender: recusando propostas irrecusáveis

Bulla nasceu no interior do estado de São Paulo e foi para a capital paulista aos 17 anos de idade. Com graduação em cursos como marketing e filosofia e especialização em marketing digital pela Universidade de Harvard (Estados Unidos), atuou em empresas como Nokia e Pepsico.

Sua carreira era um sucesso – mas Bulla estava infeliz. “Quando eu comecei minha trajetória como executivo, sempre perguntava por que as coisas eram daquela forma e não de outra. E esse não é o modo de operação das empresas: na maioria das vezes, a politicagem se sobrepõe às questões técnicas.”

Cansado da priorização de aspectos internos em detrimento dos benefícios ao consumidor final, o empresário sentia que não conseguia fazer seu trabalho de inovação nas companhias. Tal transformação deveria acontecer por alguém de fora das empresas, como um consultor.

“Queria ter não só liberdade para pensar, mas liberdade para ser quem eu era. Em 2010, enquanto trabalhava na Pepsico, já comecei a engendrar essa ideia do que seria uma boa consultoria de mercado”, conta Bulla.

Enquanto finalizava seu projeto e marcava a data de lançamento do que viria a ser a Croma, porém, o empreendedor recebeu propostas tentadoras: ótimas vagas de emprego na Microsoft e no Google.

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